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CIMEEP

Cidade Universitária Prof. José Aloísio de Campos

Av. Marechal Rondon, s/n, setor Didáticas

Prédio CECH 1 - sala Alina Paim/GELIC/CIMEEP

Jd. Rosa Elze São Cristóvão/SE - CEP 49100-000

tel.  55 (79) 3194-6860 - e-mail: ramalhochris@hotmail.com

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Sobre nós

O CIMEEP trata-se, sem dúvida, de um projeto ambicioso que parte de um objetivo principal de amplas dimensões: reunir, sob forma de centro internacional de pesquisa, estudiosos/as de diferentes nacionalidades e de diversas áreas do conhecimento, em cujo centro de interesse esteja, de forma abrangente, o epos, entendido como um conjunto de manifestações materiais que são fruto do processo contínuo e encadeado de transmissão do repertório ideológico, imaginário, histórico e mítico que integra uma identidade sociocultural e, de forma específica, a poesia épica, com espaço, ainda, para as formas épicas híbridas e as diversas linguagens em que o epos é traduzido. Embora a célula geradora de toda a estrutura investigativa do CIMEEP seja o epos manifesto em obras literárias conhecidas como "epopeias", a dimensão do epos extrapola essas realizações literárias, uma vez que é um aspecto diretamente relacionado à experiência humano-existencial. Além disso, seu teor é multidisciplinar por tocar a cultura, e, logo, envolver a Antropologia, a História, a Geografia, a Sociologia, a Filosofia, a Educação, a Religião, as Artes, a Comunicação, etc. Em vista da amplitude de derivações que o tema central possui, buscar-se-á o diálogo multidisciplinar entre áreas como Letras, História, Ciências Sociais, Filosofia, Educação, Comunicação, Geografia, Artes Plásticas e Design, Música, etc.

Quanto ao tema base, o epos, vale lembrar que, em tempos de discursos muitas vezes apocalípticos, uma das manifestações do epos, a poesia épica (assim como as releituras em outras linguagens que dela se fazem, tais como as Artes Plásticas, o Cinema, etc.) assume um lugar de reafirmação da identidade histórico-cultural, embora, para que, de fato, esse lugar se configure como real seja necessário que o texto épico seja lido e relido em sua própria cultura e em outras. Assim, é imprescindível que o texto épico circule culturalmente, que seja lido e produza, como toda literatura, novos textos e novas linguagens nascidas das leituras, tal como se deu e hoje com realce se dá, por exemplo, com a produção cinematográfica épica americana. A partir do entrelaçamento de textos, diferentes linguagens, leituras e releituras, o gênero épico cumpre sua missão de enfatizar o epos de uma sociedade. Nesse sentido, também a crítica assume importante função ao fazer circular, nos espaços acadêmicos e culturais de reflexão, investigações sobre a demanda épica inerente à presença humana no mundo.

Também é importante registrar que a produção épica deixou de ser reduto de uma elite canônica ou de segmentos privilegiados no seio da cultura humana mundial, para se tornar meio de expressão de minorias (que, na verdade são “maiorias”). Hoje a produção épica não se restringe mais à tradição clássica e ao contexto europeu; assim como não são mais apenas os homens que assumem a autoria épica. Ao contrário, parece crescer a demanda do épico em nações em desenvolvimento e subdesenvolvidas, como forma mesmo de abrir um espaço representativo para que suas culturas ganhem visibilidade.

De outro lado, em diversas partes do mundo, observa-se uma grande demanda crítica sobre o épico. Um exemplo de destaque foi o evento “Desirs & débris d´épopée au XXe siècle”, organizado por Saulo Neiva, ocorrido em 2005 na Université Blaise Pascal, em Clermont-Ferrand (França). De Portugal, França, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Canadá, México, Senegal, entre outros, vêm notícias de estudos e eventos dessa natureza e, embora o Brasil já possua representativo número de investigações épicas, falta consolidar esse espaço de discussão em um centro de investigação que tanto sedimente a pesquisa nacional, ampliando recursos bibliográficos e oportunidades de debate, quanto abra as portas da academia brasileira para as necessárias trocas com as investigações realizadas em outros países. A configuração inicial do CIMEEP, com seus membros fundadores, revela, como se poderá conferir mais adiante, seu caráter realmente internacional.

 

Sendo assim, instalado na Universidade Federal de Sergipe, com espaço físico que permita, entre outros, o acesso à representativa produção científica e literária que integra o cenário brasileiro e nordestino, além de obras de diferentes nacionalidades, o CIMEEP tende a ser um centro de referência para estudos dessa natureza, promovendo a multiplicação das fontes e dos focos de investigação épica no cenário nacional e internacional, e um ícone da importância do país quando o tema é a poesia épica, em especial, e outras manifestações de caráter épico, em caráter abrangente.

Estrutura física e virtual

 

O Centro Internacional e Multidisciplinar de Estudos Épicos da Universidade Federal do Sergipe está sediado em uma sala própria no campus São Cristóvão, com o objetivo de oferecer a pesquisadores internos e externos e a estudantes de graduação e de pós-graduação do Curso de Letras e de demais cursos a ele vinculados, um espaço para pequenas reuniões, além de acesso a informações e a material bibliográfico, uma vez que um dos objetivos do CIMEEP será formar, pouco a pouco, um acervo próprio, que incluirá produções épicas nacionais e estrangeiras, além de produções teóricas e críticas sobre o gênero épico. Também no campus de Itabaiana/SE há espaço destinado à pesquisa que abriga o CIMEEP.

 

Além do espaço físico material, o CIMEEP, por meio de seu site, veicula a produção de seus membros, notícias sobre eventos acadêmicos e culturais, dissertações e teses defendidas, lançamento de obras épicas, e outros temas que serão acrescidos a partir da contribuição dos próprios participantes dos GTs que integrarão o centro.  

Também integrando o espaço virtual do CIMEEP foi criada a REVISTA ÉPICAS, revista científica digital que, semestralmente, lançará um número novo.

 
Comitê Executivo (UFS)

 

Coordenador – Prof. Dr. Fernando de Mendonça

Vice-coordenadora – Prof.a. Christina Bielinski Ramalho

Conselheiros – Prof.a. Dr.a. Ana Maria Leal Cardoso, Prof. Dr. Cícero Cunha Bezerra e Prof.a. Dr.a. Márcia Regina Curado Mariano

 

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